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Anvisa alerta para riscos de usar remédios emagrecedores proibidos no Brasil

Mais de 140 medicamentos são proibidos no país

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Dino
22/06/2022 às 11h50

De acordo com o portal ND, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu orientações sobre os perigos de consumir um dos 140 remédios para emagrecer proibidos no Brasil. O anúncio foi realizado após casos com complicações e mortes relacionadas à utilização desse tipo de droga.

Além disso, a agência apontou que a comercialização desses medicamentos, com origem natural, pede cuidados específicos e precisa ter autorização: "Por lei, os medicamentos só podem ser comercializados por farmácias e drogarias, independentemente da categoria (sintético, biológico, fitoterápico, homeopático, dinamizado, entre outros)", alerta a Anvisa.

Doenças inflamatórias intestinais avançam quase 15% ao ano

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Ainda sobre saúde e bem-estar, que tem ligação com a realização de uma drenagem linfática, por exemplo, segundo a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), a partir do portal Correio Braziliense, doenças inflamatórias intestinais alcançam mais de 5 milhões de pessoas em todo o mundo, não possuindo cura. Em contrapartida, o diagnóstico recente é um facilitador do tratamento para a melhoria da qualidade de vida. No Brasil, observa-se um crescimento desses casos nos últimos anos. Entre os mais comuns, estão a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa.

A partir do DataSUS, foi realizada pela SBPC uma investigação sobre as taxas de incidência e prevalência de doenças inflamatórias no país entre os anos de 2012 e 2020. Informações analisadas dizem respeito a 212.026 pacientes de ambos os sexos: 140.705 com doença de Crohn e 92.326 com retocolite ulcerativa.

Segundo um dos autores da investigação e membro titular da SBPC, os novos casos cresceram de 9,41 por 100 mil habitantes no ano de 2012 para 9,57 por 100 mil habitantes em 2020 - variação anual média de 0,80%. A soma dos casos foi de 30,01 por 100 mil habitantes para 100,13 por 100 mil habitantes no mesmo período (variação média de 14,87% ao ano).

"No Brasil, a prevalência das doenças inflamatórias intestinais chega a 100 casos para cada 100 mil habitantes no sistema público, sendo a maior concentração nas regiões Sudeste e Sul. Em alguns países desenvolvidos, a prevalência pode chegar a até 1% da população. Já a incidência média em 2020 no país foi de sete casos para retocolite ulcerativa e três para doença de Crohn para cada 100 mil habitantes", disse o membro titular da SBPC.

Também foi apontado pela SBPC que doenças inflamatórias intestinais são mais recorrentes em adolescentes e adultos jovens, de 15 a 40 anos, contando com fatores genéticos como causa, além de fatores imunológicos, ambientais, alimentares e mudança da flora intestinal. Além disso, o tabagismo pode agravar a doença de Crohn.

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