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Mulher relata perda de movimentos na perna após cesariana no Hospital Geral de Parauapebas

Caso ganhou repercussão nas redes sociais e levanta questionamentos sobre atendimento na unidade de saúde do município

Redação
Por: Redação
06/03/2026 às 11h06 Atualizada em 17/03/2026 às 10h29
Mulher relata perda de movimentos na perna após cesariana no Hospital Geral de Parauapebas

Um caso envolvendo atendimento médico no Hospital Geral de Parauapebas (HGP), no sudeste do Pará, tem gerado repercussão e indignação entre moradores do município. A situação veio à tona após o relato da jovem Ingrid, de 27 anos, que afirma ter perdido os movimentos de uma das pernas após realizar uma cesariana na unidade hospitalar.

Em entrevista ao Portal Parazão Tem de Tudo, Ingrid contou que deu entrada no hospital para o nascimento do seu quarto filho. Segundo ela, horas após o procedimento cirúrgico, ao acordar da anestesia, percebeu que não conseguia movimentar uma das pernas.

De acordo com familiares, durante o período de internação os profissionais de saúde chegaram a informar sobre o risco de amputação do membro em razão de complicações consideradas graves após a cirurgia. A paciente permaneceu internada por 12 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), enfrentando um quadro clínico delicado.

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Após receber alta médica, Ingrid segue com limitações de mobilidade e em processo de recuperação.

A família também aponta dificuldades enfrentadas durante o atendimento na unidade hospitalar. Entre os problemas relatados estão a ausência de alguns documentos médicos, dificuldade de acesso ao prontuário da paciente e o desaparecimento da carteirinha de gestante e de exames que estariam sob responsabilidade da unidade.

O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a qualidade do atendimento na rede pública de saúde em Parauapebas.

A repercussão se intensifica porque, recentemente, outro episódio envolvendo atendimento obstétrico na mesma unidade também mobilizou a população. Uma jovem identificada como Jéssica morreu após dar entrada no hospital para dar à luz. Ela deixou o marido, um bebê recém-nascido que precisou ser transferido para tratamento em Marabá e duas crianças que dependiam diretamente de seus cuidados.

Diante dos casos relatados, moradores passaram a cobrar explicações das autoridades e maior transparência sobre o funcionamento da unidade hospitalar.

A reportagem do Portal Parazão Tem de Tudo informa que o espaço permanece aberto para manifestação oficial do Hospital Geral de Parauapebas e da gestão municipal de Parauapebas para esclarecimentos sobre os fatos mencionados.

Enquanto isso, nas redes sociais, a população segue debatendo o tema e cobrando respostas das autoridades responsáveis pela saúde pública no município.

 
 
 
 
 
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