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Vereador Josivaldo da Farmácia faz reunião com Associação dos batedores e vendedores de açaí de Parauapebas (ABAP)

Vereador Josivaldo da Farmácia faz reunião com Associação dos batedores e vendedores de açaí de Parauapebas (ABAP)

Redação
Por: Redação
09/02/2022 às 15h31 Atualizada em 09/02/2022 às 18h31

O vereador Josivaldo da Farmácia se reuniu com a Associação dos Batedores e Vendedores de Açaí de Parauapebas (ABAP) e demais lideranças, na segunda-feira, 7, o objetivo é desenvolver um projeto referente ao açaí e demais matrizes econômicas.

“O objetivo e o principal fator, é a gente ajudar associação ABAP se desenvolver mais ainda do que já vem se desenvolvendo. São associados e diretoria todos com a visão de crescimento, uma visão de empreender dentro do nosso município e que agora eles decidiram buscar um apoio do poder legislativo e nós como legislador precisamos ajudar, dar um incentivo ao empreendedorismo e o meu gabinete sempre estará a disposição", disse o vereador.

| Reprodução

“Vamos lutar para conseguirmos um caminhão, não é algo certeza, mas nós vamos buscar essa viabilidade, e além disso o kit açaí. E a qualificação profissional de cada um deles, assim vamos conseguir alcançar novos objetivo, Afinal o açaí hoje em Parauapebas tem um movimento equivalente em torno cinco a dois milhões ao mês de movimentação então já é algo significativamente grande, também é importante enfatizar que muitas famílias dependem dessa renda. ” Concluiu Josivaldo da Farmácia.

Werbet Santana presidente da associação ABAP fala das dificuldades que é abastecer os postos de vendas em Parauapebas e como isso afeta a classe econômica da associação. “Como a falta de açaí foi muito grande lá no nosso fornecedor veio apenas só um caminhão. Então muitos estabelecimentos hoje ficarão fechado. A associação vem com o objetivo de fortalecer a categoria e conseguir parceiros para poder minimizar esse problema de falta de açaí no período fora de safra. O preço do açaí subiu por conta que o saco aumentou, também tem o custo da viagem que vem de longe, vem de Igarapé Mirim então o consumidor final acaba pagando mais caro.” Disse o presidente da associação.

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"São 10h30min de viagem, veio apenas 400 latas de açaí o que equivale a 6 mil toneladas do mesmo". Enfatizou Leandro Rosa, motorista que transportava a carga.

A associação espera conseguir o apoio do poder executivo e legislativo, para poder suprir a demanda de consumo do açaí no município, e também investimentos para melhorar e ampliar a produção local.

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