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Casos suspeitos de 'urina preta' sobem para quatro no Pará

Casos suspeitos de 'urina preta' sobem para quatro no Pará

Redação
Por: Redação
11/09/2021 às 14h33 Atualizada em 11/09/2021 às 17h33

Subiu para quatro o número de casos suspeitos no Pará de estarem infectados com a doença de Half, conhecida popularmente como ‘doença da urina preta’. Os casos suspeitos estão sendo analisados em Belém, dois em Santarém e um Trairão.

A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) informa que, por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), que foi notificada dos casos e está investigando. A Sespa ressalta que nenhum caso foi confirmado até o momento. Todos estão sob suspeita e investigação.

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Em caso de sintomas como dor muscular intensa na costa e membros inferiores, urina de cor escura associada a ingestão de pescado em até 24h é necessário buscar atendimento imediatamente na rede pública de saúde do município.

A Secretaria esclarece que encaminhou, por meio do Laboratório Central do Estado do Pará (Lacen), os exames sanguíneos e de urina dos casos suspeitos para laboratório de referência e aguarda os resultados.

Medidas tomadas

A Secretaria Municipal de Saúde de Vitória do Xingu, no interior do Pará, decidiu bloquear a entrada de pescado vindo do Rio Amazonas, como medida de prevenção para a contaminação pela toxina que causa a doença de Haff, mas conhecida como ‘doença da urina preta’.

Na reunião que contou com a participação de representantes de outros órgãos municipais, foi decido que o município vai passar a controlar a entrada de peixes, principalmente das espécies que possam estar contaminadas.

Já a prefeitura de Santarém reuniu a coordenação de todos os setores de Saúde do município e definiram que o Hospital Municipal Dr. Alberto Tolentino Sotelo (HMS) será o centro de referência para o atendimento dos casos.

Já os demais hospitais públicos e privados serão alertados para orientar os pacientes sobre os sintomas da doença e sobre os procedimentos que devem ser adotados para casos suspeitos ou confirmados da doença, assim como para o encaminhamento e tratamento de casos suspeitos em caso comprovado.

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