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Paralisação dos caminhoneiros pode adiar jogos do Castanhal e Paragominas na Série D

Paralisação dos caminhoneiros pode adiar jogos do Castanhal e Paragominas na Série D

Redação
Por: Redação
09/09/2021 às 11h39 Atualizada em 09/09/2021 às 14h39

O Castanhal e o Paragominas, representantes do Pará na Série D 2021, aguardam decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), se jogam ou não na segunda fase da competição no próximo domingo (12). A situação é por conta da paralisação dos caminhoneiros, que ocorre em vários estados do Brasil. A informação foi repassada pelo vice-presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF), Maurício Bororó.

Vários pontos das rodovias federais do Pará estão fechadas por caminhoneiros, entre eles BR-316 e também BR-010, que manifestam apoio ao presidente Jair Bolsonaro e contra o Supremo Tribunal Federal (STF). As interdições impossibilitando a delegação do Castanhal deixar a cidade e seguir de ônibus até São Luís (MA), para encarar o Moto Club-MA, no próximo domingo (12), pelo primeiro jogo do “mata-mata”. O mesmo ocorre na partida entre Paragominas x São Raimundo-RR, marcado para domingo (12), na Arena Verde, em Paragominas, já que a interdição não deixará a equipe do São Raimundo chegar ao “Município Verde”.

A equipe entrou contato com a FPF, que informou através de Maurício Bororó, vice-presidente, que a situação já foi informada à Confederação Brasileira de Futebol e que aguarda a decisão.

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“Os clubes Castanhal e Paragominas me ligaram sobre a situação dos caminhoneiros. Já informei ao diretor de competições da FPF, que se encontra em Recife (PE), para o jogo da Seleção, que já informou a CBF, que vai analisar e decidir”, informou.

A equipe de OLiberal conversou com o presidente do castanhal, Helinho Paes, que informou que aguarda uma definição da CBF e que solicitou a mudança da viagem para avião, porém, ainda sim é um risco para o clube.

“Já enviamos um e-mail falando sobre a situação, pois é algo que foge totalmente do nosso controle. Solicitamos para que viagem seja feita de avião, porém, não temos uma definição dos protestos. O que nos resta é aguardar, tínhamos uma logística já montada. Agora é esperar”, disse.

A reportagem entrou em contato com os representantes do Paragominas, mas até o momento não obteve retorno.

O liberal

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