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Estrada recebe nome em homenagem ao ex-senador Murilo Badaró

Foi sancionada na quarta-feira (22) a Lei 14.376, de 2022, que denomina Estrada Senador Murilo Badaró o trecho rodoviário da BR 367, que faz a liga...

23/06/2022 às 13h30
Por: Redação Fonte: Agência Senado
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O trecho da BR 367 faz a ligação de pouco mais de 100 quilômetros entre os municípios de Minas Novas e Araçuaí, em Minas Gerais - DER/Agência Minas
O trecho da BR 367 faz a ligação de pouco mais de 100 quilômetros entre os municípios de Minas Novas e Araçuaí, em Minas Gerais - DER/Agência Minas

Foi sancionada na quarta-feira (22) a Lei 14.376, de 2022, que denomina Estrada Senador Murilo Badaró o trecho rodoviário da BR 367, que faz a ligação de pouco mais de 100 quilômetros entre os municípios de Minas Novas e Araçuaí, em Minas Gerais.

O projeto que deu origem à lei foi o PL 916/2021, da deputada Greyce Elias (Avante-MG). O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) leu o relatório ad hoc de Alexandre Silveira (PSD-MG) no dia 31 de maio.

Murilo Paulino Badaró nasceu em Minas Novas em 1931. Formado pela Faculdade de Direito da Universidade de Minas Gerais, iniciou sua vida política em 1958, quando se elegeu deputado estadual pelo Partido Social Democrático (PSD).

Em 1966, elegeu-se deputado federal pela Arena, sendo reeleito em 1970.

Em 1978, Badaró foi eleito senador e presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Em agosto de 1984, licenciou-se do cargo para assumir o Ministério da Indústria e Comércio do governo Figueiredo.

Em 2004 foi eleito prefeito de Minas Novas pelo Partido Progressista (PP). Murilo Badaró faleceu em Belo Horizonte, em 2010.

“Na Câmara, Murilo Badaró foi autor do projeto da Emenda Constitucional que criou a Comissão de Desenvolvimento do Vale do Jequitinhonha (Codevale). No Senado, teve importante participação na retomada democrática do país, integrando a Comissão Mista do Congresso encarregada de examinar o projeto de anistia. E, como ministro da Indústria e Comércio, atuou decisivamente para salvar a Açominas, uma das mais importantes siderúrgicas nacionais, da falência”, afirma Alexandre Silveira.

Por Raíssa Portela, sob supervisão de Sheyla Assunção

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