Expectativa é a de que até dezembro deste ano 50% do parque estejam com lâmpadas super LEDs, de melhor qualidade e alta durabilidade.
Ocorreu na última sexta-feira, 4, no gabinete da Prefeitura de Parauapebas, a assinatura da ordem de serviço para a implantação do novo parque de iluminação pública com o uso de lâmpadas super LEDs, que promete mudar a cara do município. A modernização do parque de iluminação pública é fruto de projeto elaborado por técnicos da Secretaria de Serviços Urbanos (Semurb) para sanar os problemas que tornam o serviço ineficiente, de acordo com o Secretário de Urbanismo, Edmar Cruz Lima. Após a finalização do processo licitatório que passou por análise do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), o consórcio vencedor e agora contratado pela prefeitura dará início à substituição do parque em aproximadamente 30 dias. Mais de 32 mil pontos serão modernizados com a troca das lâmpadas convencionais por super LEDs, que duram cerca de 60 mil horas e devem garantir autonomia à iluminação de até 15 anos, na cidade e na zona rural. “Estamos pretendendo ser a primeira cidade do Brasil com 100% do parque de iluminação púbica com lâmpadas de super LED instalada. Muitas capitais já têm este serviço, mas 100% ainda não têm”, disse Edmar Lima. A Semurb toma providências diariamente para melhorar o segmento e, mesmo em razão de um sistema defasado, o parque foi ampliado em aproximadamente 1,3 mil novos pontos. Além disso, o número de pontos escuros caiu de nove mil para oito mil. Outra medida adotada foi a substituição dos cabos de alimentação de cobre por alumínio. A iniciativa é para evitar furtos de cabos, pois a ação criminosa é um dos maiores problemas na cidade e causa escuridão nas principais vias públicas, como a rodovia PA-160 e bairros como Cidade Jardim, Parque dos Carajás, Jardim Canadá e Beira Rio l e ll. Ao todo, foram substituídos 25 quilômetros de cabos. As lâmpadas de super LED serão georreferenciadas por GPS. São mais econômicas que as convencionais, e o governo municipal já calcula economias com a novidade, o que resultará em mais investimentos para o próprio setor. O prefeito Darci Lermen se pronunciou sobre o projeto e comemorou a novidade em Parauapebas. “O investimento público é necessário, pois um projeto deste porte não é barato em lugar algum e não vamos instalar sucata, mas sim sistema de primeiro mundo”, assegurou ele. Nos dois primeiros anos, não haverá investimento público. Todos os gastos de implantação durante todo o período será de responsabilidade das empresas participantes do consórcio. O município pagará pelo serviço apenas após esse período por 60 meses. [gallery type="grid" size="medium" ids="3678,3679,3680"] Texto: Jéssica Diniz Fotos: Kelson Araújo e Bruno Cecim Assessoria de Comunicação - Ascom/PMP * O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.