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Pastor é preso suspeito de ato obsceno diante de mulher e criança de 8 anos

Investigação aponta que suspeito se masturbava em frente à janela de um apartamento; polícia afirma que ele possui 12 registros por crimes de natureza sexual desde 2011.

Redação
Por: Redação
10/08/2026 às 14h08
Pastor é preso suspeito de ato obsceno diante de mulher e criança de 8 anos
Reprodução/ Redes Sociais

Um pastor identificado como Anderson Bessa Lopes foi preso preventivamente na última quinta-feira (6), no Rio de Janeiro, suspeito de praticar ato obsceno em frente ao apartamento de uma mulher, na presença dela e do filho, uma criança de apenas 8 anos. A prisão foi realizada por agentes da 26ª Delegacia de Polícia (Todos os Santos) após investigação iniciada a partir de uma denúncia registrada no fim de julho.

De acordo com a Polícia Civil, a vítima procurou a delegacia no dia 24 de julho para relatar que o homem, que exercia a função de pastor religioso, costumava se posicionar em frente à janela do imóvel e praticar atos de masturbação, expondo deliberadamente suas partes íntimas na frente da mulher e da criança.

Após o registro da ocorrência, os investigadores iniciaram diligências, identificaram o suspeito e reuniram elementos que embasaram o pedido de prisão preventiva. A Justiça autorizou a medida, e Anderson Bessa Lopes foi localizado escondido no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste da capital fluminense, onde acabou preso.

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Durante as investigações, a Polícia Civil constatou que o suspeito possui um histórico criminal preocupante. Conforme levantamento dos investigadores, ele acumula 12 registros policiais desde 2011, todos relacionados a crimes de natureza sexual, envolvendo mulheres, adolescentes e crianças.

Outro fato que chamou a atenção da polícia é que Anderson havia sido colocado em liberdade no dia 8 de julho. Menos de um mês depois, voltou a ser investigado por um crime de características semelhantes, culminando em sua nova prisão.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, que busca identificar se existem outras possíveis vítimas do suspeito. As autoridades também apuram se há registros de ocorrências semelhantes que ainda não foram oficialmente denunciadas.

A identidade da mulher e da criança foi preservada pelas autoridades para garantir a integridade das vítimas e evitar qualquer forma de exposição indevida.

O investigado permanecerá à disposição da Justiça enquanto o inquérito policial prossegue para esclarecer todos os fatos.

 
 
 
 
 
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