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Mercado de São Brás celebra 115 anos como hub de sucesso da capital

Inaugurado em 21 de maio de 1911, o Mercado de São Brás foi reformado e requalificado para a COP 30, se tornando um dos legados da Conferência do C...

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Belém
22/05/2026 às 12h47
Mercado de São Brás celebra 115 anos como hub de sucesso da capital
Crédito: Rayana França

Construído no início do século XX e inspirado nos modelos neoclássico e art nouveau, o Mercado de São Brás foi o terceiro grande mercado de Belém, depois do Ver-o-Peso e do Francisco Bolonha. Idealizado pelo engenheiro Filinto Santoro e inicialmente chamado de Mercado Renascença, o espaço só depois recebeu o nome atual, em homenagem a São Brás, santo cuja procissão passava pelo local.

Teve sua construção iniciada em 1º de maio de 1910 e foi oficialmenteinaugurado em 21 de maio de 1911, completando, em 2026,115 anos de história.

Na atualidade, o prédio histórico foi protagonista na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30) , resgatado comosímbolo da valorização da identidade paraense.

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Reformado para receber o evento mundial, turistas brasileiros e estrangeiros passaram a frequentar o espaço em peso, atraídos pelopolo gastronômico com mais de 80 espaços comerciais.

O Mercado foi aindacenário do tradicional concurso Rainha das Rainhas, que em 2026 apresentou suas 15 candidatas em um evento que pela primeira vez foi aberto ao público.

E logo no início da reabertura, durante a COP 30, o mercadorecebeu a rainha Mary Donaldson, da Dinamarca, em um jantar.

O Mercado de São Brás já mostrou quetem estrutura, história e peso de um hub de verdade , conectando cultura, gastronomia e pertencimento.

A reforma que transformou o antigo e abandonado espaço público em um ambiente multifuncional nasceu de um concurso vencido pelo arquiteto Aurélio Meira, viabilizado por recursos da Itaipu Binacional, via governo federal.

Beleza, gastronomia e atrações culturais conquistam público fiel

Com sistema de exaustão, coleta seletiva e acessibilidade, o novo mercado emprega mais de 300 famílias e recebe mais de mil pessoas por dia, informa o administrador do espaço, Franklyn Nahun.

Foto: Reprodução/Agência Belém
Foto: Reprodução/Agência Belém
Crédito: Ascom/Sedcon
Crédito: Ascom/Sedcon
Foto: Reprodução/Agência Belém
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Crédito: Ascom/Sedcon
Crédito: Ascom/Sedcon

Maria Luiza recorda o passado: “Era horrível, um sufoco, muito quente, tudo era ruim, mas tinha que trabalhar”. O faturamento, diz, melhorou. Ela atende predominantemente idosos, um público fiel que frequenta o espaço pela manhã.

Crédito: Ascom/Sedcon
Crédito: Ascom/Sedcon

Visitante assídua, Adrielle Pimenta destaca a estética atrativa e a programação cultural como diferenciais. “É apresentado muito da cultura. O espaço recebe todas as pessoas”.

Crédito: Ascom/Sedcon
Crédito: Ascom/Sedcon

Já o influenciador Hygo Palheta, também frequentador do espaço, ressalta a diversidade de vivências.

Foto: Reprodução/Agência Belém
Foto: Reprodução/Agência Belém

No Mercado de São Brás, a diversidade vai muito além da arquitetura: lá convivem harmoniosamente do simples ao sofisticado. E não para por aí,a programação cultural semanal abraça todos os gostos e idades. Crianças, jovens, famílias e idosos encontram ali um pedaço de Belém que os acolhe sem distinção.

Crédito: Rayana França
Crédito: Rayana França
Crédito: Rayana França
Crédito: Rayana França
Crédito: Rayana França
Crédito: Rayana França
Foto: Reprodução/Agência Belém
Foto: Reprodução/Agência Belém
Foto: Reprodução/Agência Belém
Foto: Reprodução/Agência Belém
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Foto: Reprodução/Agência Belém
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Crédito: Ascom Sedcon
Crédito: Ascom Sedcon
Crédito: Divulgação
Crédito: Divulgação
Crédito: Divulgação
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É justamente essa mistura que transforma o antigo mercado emuma verdadeira praça viva, onde comer, ouvir, dançar e pertencer são atos compartilhados.

Texto: Gabrielly Moura, estagiária, sob supervisão da jornalista Syanne Neno.

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