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Justiça barra suposta “assessoria fajuta” e escancara crise política na gestão de Parauapebas

Vereadora Maquivalda Barros aciona Justiça e coloca em xeque contratos ligados à gestão do prefeito Aurélio Goiano

Redação
Por: Redação
06/05/2026 às 16h16
Justiça barra suposta “assessoria fajuta” e escancara crise política na gestão de Parauapebas
Foto: Divulgação

Uma nova crise política sacode Parauapebas após decisão judicial que suspende um contrato apontado como irregular dentro da administração municipal. A medida foi provocada por ação da vereadora Maquivalda Barros, que denuncia o que classificou como uma “assessoria fajuta” vinculada à gestão do prefeito Aurélio Goiano.

Segundo a parlamentar, o contrato levanta sérias dúvidas quanto à legalidade, transparência e finalidade dos serviços prestados. A denúncia aponta possível uso indevido de recursos públicos, com indícios de contratação sem critérios claros e sem comprovação efetiva de execução.

O caso ganhou ainda mais repercussão por ocorrer em um momento já delicado da política local. A própria vereadora já havia denunciado dificuldades de fiscalização dentro da Câmara, alegando resistência do Executivo em responder requerimentos e prestar esclarecimentos sobre gastos públicos.

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De acordo com a denúncia, a contratação agora suspensa envolve valores considerados elevados e serviços que, na avaliação da vereadora, não apresentam clareza quanto à sua real utilidade para a população.

A decisão judicial, embora ainda inicial, é vista como um sinal de alerta sobre a condução administrativa do município. Nos bastidores, o caso é tratado como mais um capítulo de desgaste político envolvendo a atual gestão.

A crítica central gira em torno de uma possível prática recorrente: contratos questionáveis, falta de transparência e dificuldades de acesso a informações públicas — pontos que vêm sendo levantados por setores da oposição.

A repercussão do caso deve aumentar a pressão sobre o governo municipal, principalmente diante do histórico recente de embates entre Executivo e Legislativo. A oposição afirma que há um ambiente de tensão institucional, com dificuldade de diálogo e fiscalização.

Para analistas políticos, quando contratos públicos passam a ser questionados judicialmente, o impacto vai além do jurídico — atinge diretamente a credibilidade da gestão.

Até o momento, não há posicionamento detalhado da gestão municipal sobre o caso. A ausência de resposta oficial amplia o clima de desconfiança e reforça a cobrança por transparência.

A expectativa agora é que os desdobramentos judiciais tragam mais clareza sobre o contrato e eventuais responsabilidades.

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