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Em Cachoeira do Piriá, PC prende investigada pelo crime de extorsão mediante sequestro

Crime ocorreu em outubro de 2025 no município de Ananindeua

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Pará
16/04/2026 às 13h25
Em Cachoeira do Piriá, PC prende investigada pelo crime de extorsão mediante sequestro
Foto: Divulgação

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão a Roubos a Bancos e Antissequestro (DRRBA), vinculada à Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), com apoio operacional da Delegacia de Cachoeira do Piriá, deu cumprimento, nesta quinta-feira (16), ao mandado de prisão contra uma mulher investigada por extorsão mediante sequestro no município de Ananindeua, contra um idoso de 82 anos de idade, em outubro de 2025. O mandado foi cumprido em Cachoeira do Piriá, no nordeste paraense.

Segundo Augusto Potiguar, além do envolvimento direto no crime, a investigada também é evadida do sistema penal, condenada a mais de seis anos de reclusão por tráfico de drogas. “Conforme o apurado, a investigada atuou na fase inicial da ação criminosa, sendo responsável por aliciar a vítima e conduzi-la ao cativeiro, onde os demais envolvidos a aguardavam. Ela também estava envolvida na logística financeira da organização criminosa”, explicou o delegado.

O idoso foi atraído para um suposto encontro amoroso com a investigada, que utilizava identificação diversa. Após o contato inicial, o homem foi conduzido a um cativeiro em Ananindeua, onde foi rendido por outros integrantes do grupo criminoso, permanecendo em cárcere até a madrugada do dia seguinte. Durante esse período, os criminosos tentaram realizar transferências bancárias e passaram a exigir valores de familiares da vítima por ameaça, caracterizando o crime de extorsão mediante sequestro.

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Após a liberação da vítima, sob a falsa promessa de que um suposto amigo ficaria responsável por arrecadar os valores exigidos, verificou-se que o homem mencionado era, na verdade, um dos articuladores do crime. “Ele foi preso em flagrante, na primeira fase da operação, pois passou a ameaçá-lo e exigir valores sob o pretexto de quitação de suposta dívida com agiotas, no valor de R$100 mil, alegadamente utilizada para pagamento do resgate. As investigações demonstraram que tal versão era inverídica, sendo o investigado um dos mentores do sequestro”, pontuou Augusto Potiguar.

Na mesma ocasião, foi preso um segundo comparsa, responsável pela distribuição das quantias entre os demais integrantes do grupo, que também confessou participação na manutenção da vítima em cativeiro, exercendo a função de vigilante.

A Polícia Civil segue com as investigações visando a completa identificação e responsabilização de todos os envolvidos.

*Texto de Rebeca Reis, estagiária, sob supervisão de Esther Pinheiro (Ascom/PC)

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