
A Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) encerra 2025 ocupando posição central na engrenagem política do Estado. Sob a presidência do deputado Chicão (MDB), o Parlamento deixou de ser apenas um espaço deliberativo para se firmar como agente ativo na condução de crises, na articulação com o Executivo e na mediação de demandas históricas da sociedade paraense.
Os dados oficiais reforçam o peso político da Casa. Em um ano marcado por tensões sociais e agendas estratégicas, a Alepa realizou 58 sessões plenárias, garantindo agilidade à tramitação de matérias de interesse do governo e da população. Ao todo, foram 2.832 proposições apresentadas, com índice geral de aproveitamento de 98,85%, evidenciando um Parlamento alinhado e eficiente.
Com a Alepa Itinerante, o Legislativo levou o centro das decisões para fora da capital, fortalecendo sua presença política em regiões estratégicas como Sudeste Paraense, Baixo Amazonas e Marajó. Municípios como Parauapebas, Marabá, Santarém, Altamira e Breves receberam sessões e audiências que ampliaram a influência institucional dos deputados junto às bases eleitorais e lideranças locais.
A iniciativa consolidou a Alepa como espaço de escuta ativa e articulação regional, culminando em medidas concretas, como a criação da Frente Parlamentar do Marajó, reforçando o papel político da Casa na construção de soluções regionais.
No primeiro semestre, o presidente Chicão assumiu protagonismo na mediação da crise da Educação. A Alepa atuou como elo entre o Governo do Estado, o Sintepp e lideranças indígenas, conduzindo negociações que resultaram na revogação de pontos sensíveis da Lei 10.820/2024 e na abertura de diálogo para um novo plano de carreira do magistério.
O Parlamento também avançou em pautas simbólicas e estratégicas ao aprovar PECs que atualizam a Constituição Estadual, alinhando o texto aos princípios constitucionais e às demandas contemporâneas da sociedade.
Durante a COP 30, em Belém, a Alepa elevou seu capital político ao cenário internacional. Com estande próprio e painéis temáticos, o Legislativo paraense inseriu a Amazônia no centro do debate climático global, consolidando-se como interlocutor político na agenda ambiental e sustentável.
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