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Sistema FIEPA visita Distrito Industrial de Marabá

A programação incluiu visitas às empresas Correias Mercúrio, Siderúrgica Norte Brasil (Sinobras) e Terra Norte, além de uma reunião na sede da ACIM para ouvir as demandas do setor produtivo sobre melhorias

16/06/2023 às 14h35 Atualizada em 16/06/2023 às 15h49
Por: Redação
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Sistema FIEPA visita Distrito Industrial de Marabá

Para conhecer a estrutura, os projetos e os desafios enfrentados pelas empresas que atuam no Distrito Industrial de Marabá, o vice-presidente do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Pará (Sistema FIEPA), Alex Carvalho, e o executivo de gestão da REDES/FIEPA, Marcel Souza, participaram no dia 14/06 de uma intensa agenda de visitas técnicas às empresas instaladas na área. A ação foi uma iniciativa do Governo do Pará, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico (Codec), da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e da Secretaria Regional de Governo do Sul e Sudeste do Pará. 

A programação incluiu visitas às empresas Correias Mercúrio, Siderúrgica Norte Brasil (Sinobras) e Terra Norte, além de uma reunião na sede da ACIM para ouvir as demandas do setor produtivo sobre melhorias para o DI da cidade, para que o Estado possa colaborar com soluções e melhorias em benefício da manutenção da movimentação econômica, da geração de emprego e renda na região, além da melhoria do ambiente de negócios, favorecendo a atração de novos investimentos. 

“A finalidade dessa visita, que é fruto de uma iniciativa da ACIM, é estarmos presentes no Distrito Industrial e ouvirmos as demandas acerca daquilo que essa área necessita em termos de melhorias e de que modo o Governo do Estado possa auxiliar nesse sentido. Por determinação do nosso governador, o Estado aqui está representado pela Codec, Sedeme e Secretaria Regional, e aqui nós registramos tudo o que foi pontuado para darmos os devidos encaminhamentos. No que diz respeito especificamente à Codec, a nossa presença aqui é mais um exemplo da nossa determinação em buscar sempre melhorar e fortalecer a competitividade do Distrito, por designação do presidente Lutfala Bitar”, explicou Pádua Rodrigues, Diretor de Estratégia e Relações Institucionais da Codec.  

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Fundado há quase quatro décadas, o Distrito Industrial de Marabá conta com diversas empresas em atividade, que atuam nos segmentos da siderurgia, combustíveis, logística, ligas metálicas, máquinas e equipamentos, construção civil, entre outros.  

“Estamos aqui em busca de soluções, de convergência e de trilhar caminhos para o desenvolvimento sustentável do nosso Estado, da nossa sociedade e das pessoas que vivem no nosso Pará. Então, nosso compromisso, como entidade representativa do setor produtivo paraense, é contribuir cada vez mais para acelerar esse processo de desenvolvimento em Marabá, um polo industrial importante do nosso Estrado. Para isso, temos sempre direcionado nossos serviços, por meio do SESI, SENAI, IEL e Redes/FIEPA, no sentido de gerar conhecimento, capacitar mão de obra e disponibilizar todos os recursos necessários para transformar a vida das pessoas e contribuir para a criação de mais emprego, qualificar os existentes, zelar pela saúde, proporcionar cultura e lazer aos trabalhadores, dignificando e melhorando a qualidade de vida dessas pessoas. Além de tudo isso, temos atuado intensamente na constante melhoria do ambiente de negócios, fomentando o empreendedorismo não apenas no município de Marabá, mas sim, toda a região do seu entorno”, afirmou Alex Carvalho, vice-presidente do Sistema FIEPA. 

Encaminhamento

De acordo com o secretário adjunto da Sedeme, Carlos Ledo, a visita ao DI Marabá foi produtiva e as demandas apresentadas pelo setor serão levadas para discussão no governo. “Essa foi uma visita muito proveitosa, que contou com a presença de representantes do Governo do Estado e do setor produtivo, o que é importantíssimo. Realizamos visitas a três empresas, que estão em pleno funcionamento, muito bem estruturadas e gerando emprego, o que nos deixa muito felizes. Agora, as demandas de melhoria apresentadas pelo setor produtivo, representado pela ACIM, serão transformadas em um documento a ser apreciado pelo governo, de forma a darmos um encaminhamento prático a essas questões pertinentes”, explicou.  

João Tatagiba, presidente da ACIM, destacou o propósito da iniciativa, que tem origem na classe empresarial. “O objetivo aqui foi tratar das melhorias que são necessárias no Distrito Industrial. As nossas empresas são arrojadas, geram muito emprego e precisam de apoio. A intenção da Associação com essa iniciativa foi trazer alguns entes do Governo do Estado, Federação das Indústrias, Câmara de Vereadores, para conhecer melhor essas empresas e suas demandas para que todos esses atores possam contribuir para essas melhorias de forma que tenhamos fortalecida a nossa economia”, disse.  

Ampliação 

Juntos, os representantes do Estado e do setor produtivo tiveram a oportunidade de conhecer a infraestrutura, a capacidade produtiva das empresas e os projetos de expansão dos negócios. A Correias Mercúrio, por exemplo, que atua no ramo de correias transportadoras, está investindo R$ 80 milhões em um projeto de aumento da capacidade produtiva em cerca de 50%, com novas linhas de fabricação de correias, além da ampliação de instalações e infraestrutura.  

A Siderúrgica Norte Brasil (Sinobras), que produz aços longos em sua unidade fabril em Marabá, possui atualmente capacidade de produção de até 380 mil toneladas por ano e projeta um aumento dessa capacidade para 850 quilotoneladas. A empresa deverá iniciar, em breve, a fabricação de novos produtos como pregos, parafusos e fixadores, móveis em aramado, arame galvanizado (cercas) e corte e dobra (const. civil). 

Além disso, a empresa está dando seguimento ao projeto de uma nova aciaria, para a produção de tarugos de aço a partir do ferro gusa, com investimentos de U$ 300 milhões. A implantação do projeto, que está sendo realizada em parceria com a empresa Vale, prevê que o fornecimento da matéria-prima (ferro gusa) para a nova aciaria seja feito pela empresa Tecnored, subsidiária da Vale. 

Já a Terra Norte, que produz ferro gusa com uma capacidade de 120 mil toneladas ao ano, considera que a produção de gusa representa apenas o seu início no mercado. Atualmente, a empresa, que possui dois anos de atuação, já projeta a diversificação das atividades, com o início dos processos de lavagem de minério a seco, produção de gusas especiais, de materiais e peças fundidas, fertilizantes, entre outros projetos. 

 

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