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POLÍCIA ESTUPRO NO HOSPITAL

Anestesista preso por estupro é recebido em presídio sob vaias, xingamentos e protestos de detentos

Ao ser avistado pelos outros presos, os detentos começaram a sacudir as grades, vaiar e xingar o anestesista, como forma de protesto.

13/07/2022 às 10h34
Por: Redação
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A chegada do anestesista Giovanne Quintella, de 31 anos, que foi preso pelo estupro de uma mulher na hora do parto, causou uma agitação no presídio Bangu 8, no Complexo de Gericinó, Zona Oeste do Rio na noite da última terça-feira (12.07). O médico foi transferido horas depois de passar por audiência de custódia, que determinou a prisão preventiva.

Ao ser avistado pelos outros presos, os detentos começaram a sacudir as grades, vaiar e xingar o anestesista, como forma de protesto.

A cadeia de Bangu 8 é destinada aos presidiários com curso de ensino superior, como o caso de Giovanni, que é graduado em medicina. Ele ficará em uma cela sozinho no complexo penitenciário.

1ª noite na cadeia 

Seguindo o protocolo, ele passou a primeira noite isolado.

Mesmo após a agitação da chegada, a madrugada foi tranquila no presídio. Na manhã desta quarta-feira (13), Giovanni tomou café da manhã, pão com manteiga e café com leite.

A cela de seis metros onde o médico está, foi a mesma por onde passou Roberto Jefferson, ex-deputado federal.

O anestesista permaneceu calado o tempo inteiro na frente dos policiais penais e não foi visto chorando em nenhum momento.

g1, DOL e Metrópoles 

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