

Em 2019 e 2020, a legislação do Regime Próprio de Previdência do Estado passou por diversas mudanças, com reflexos diretos na análise e concessão de benefícios previdenciários para todos os servidores do Pará. Além disso, o Igeprev registrou significativa alteração em seu quadro funcional, fruto da admissão de servidores efetivos aprovados no Concurso C-184 e de servidores temporários aprovados no Processo Seletivo Simplificado - PSS nº 001/2020 e 001/2021, necessitando qualificar esses servidores para a manutenção das atividades adequadas à legislação vigente.
Ana Carolina Henriques Santalices, da Coordenadoria de Desenvolvimento de Pessoas (CODP) do Igeprev destacou a importância da formação. “Conseguimos aprofundar a atividade que é desenvolvida no Igeprev, inclusive com servidores de áreas diferentes, mas que precisam entender como funciona todo o processo de previdência social”.
Para o servidor Aurélio Maia, da Procuradoria Jurídica do Igeprev, receber o curso oferece um diferencial. “É importante para nós como servidores públicos pois recebemos um estímulo ao nosso trabalho, os professores são aqui mesmo do Instituto, qualificados para isso, e trouxe para nós o conhecimento necessário para atender melhor a demanda da sociedade”, disse.
A EGPA tem o objetivo de promover a formação, capacitação, treinamento e desenvolvimento dos servidores, empregados e gestores públicos em todo o Pará. Além das formações mensais ofertadas para os servidores em geral, a Escola realiza qualificações em parceria com os órgãos solicitantes. São cursos formatados para atender às necessidades pontuais de cada área, com carga horária e conteúdo programático diferenciado, além da formatação de palestras, oficinas e eventos específicos para os temas solicitados. No site da Escola de Governança (egpa.pa.gov.br) os órgãos encontram o manual para parcerias.
“Cursos in company tem vantagem de que o conteúdo tem aplicação prática voltada para a realidade do órgão ou entidade. O servidor interage com os colegas de seu próprio ambiente de trabalho, compartilha problemas e soluções inerentes à rotina peculiar do local e o conteúdo absorvido é maturado coletivamente em seu meio de trabalho”, afirma a diretora geral da Escola de Governança, Elisangela Jorge.