
O Hospital da Mulher do Pará (HMPA) promoveu, na manhã desde domingo (8), a 1ª Corrida alusiva ao Dia Internacional da Mulher e ao primeiro ano de funcionamento da unidade. Com percurso de 5 quilômetros, a prova foi realizada no Portal da Amazônia, em Belém, e reuniu corredores profissionais, iniciantes na modalidade e profissionais do Hospital.
A diretora Administrativa do HMPA, Rayssa Werneck, disse que a iniciativa simboliza um momento de celebração e reconhecimento da força feminina. “A primeira corrida do Hospital da Mulher representa movimento, saúde e união, mas principalmente reconhecimento da força das mulheres, do protagonismo na sociedade e da importância de garantir a cada uma um cuidado digno, humano e especializado”, afirmou.
Reflexão- Segundo a gestora, a realização do evento no Dia Internacional da Mulher - 8 de Março - reforça o significado da data. “Mais do que uma comemoração, é um momento de reflexão sobre conquistas, desafios e sobre o compromisso permanente com a valorização das mulheres em todos os espaços, inclusive no acesso à saúde, dignidade e oportunidades. Também celebramos o primeiro ano do Hospital da Mulher do Pará, que nasceu com o propósito de acolher, cuidar e proteger a saúde das mulheres paraenses, e que, em pouco tempo, já se tornou referência em atendimento especializado”, enfatizou Rayssa Werneck.
Entre as participantes da corrida, a fisioterapeuta Clara Martins, que conquistou o primeiro lugar na categoria feminina, comemorou o resultado e destacou o simbolismo da conquista. “Estou muito feliz porque nunca tinha feito esse tempo. Foram 26 minutos em uma prova que desafia tanto o físico quanto o mental. Ganhar o primeiro lugar representa muito mais do que subir ao pódio. Mostra a força das mulheres, nossa resiliência e superação. Essa vitória não é só minha. É uma vitória simbólica, que representa a potência que todas nós temos”, ressaltou.
Lutas e conquistas- A nutricionista Elayne Farias ficou em segundo lugar na prova e falou sobre a experiência de participar de sua primeira corrida oficial. “Foi muito especial correr em um evento alusivo ao Dia da Mulher, uma data que evidencia nossas lutas e conquistas. Também foi importante dividir esse momento com colegas de trabalho, e celebrar o primeiro ano do Hospital. Foi uma experiência excelente! Fiquei muito feliz em representar outras mulheres”, disse Elayne.
A enfermeira Edilene de Souza também participou da corrida e contou com o apoio do marido e da filha. “Faz um ano que trabalho no Hospital, e hoje foi um dia diferente porque minha família esteve comigo. Acordamos às 4h, ansiosos para vir para a corrida. Minha filha disse que iria comigo, e meu marido também quis participar. Foi a nossa primeira corrida até o final, e estou realizada também como profissional, porque amo o que faço”, assegurou.
A filha de Edilene, Manuela Souza, 10 anos, também aprovou a experiência. “Eu achei incrível. Eu gosto muito de vencer, mas quando não ganho também não fico triste. Fico feliz porque pelo menos participei”, declarou a menina.
Simbolismo- Na categoria masculina, o primeiro lugar ficou com o médico Jorge Vaz, que destacou a importância da atividade física e do simbolismo do evento. “Essa corrida também reforça a importância da qualidade de vida e da mudança de hábitos. Nunca é tarde para começar a praticar atividade física e cuidar da saúde”, ressaltou.
Vinculado à Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o Hospital da Mulher do Pará completa seu primeiro ano com avanços na assistência especializada ao público feminino.
De acordo com Bia Duttra, responsável Técnica do Instituto Acqua no HMPA, o período foi marcado por desafios e conquistas. “Construir e consolidar um hospital dessa importância exige mais do que estrutura e tecnologia. Exige pessoas comprometidas com um propósito maior. Ao longo deste primeiro ano, vimos diariamente o protagonismo dos nossos colaboradores e colaboradoras, especialmente mulheres fortes, dedicadas e extremamente competentes, que ajudaram a transformar o Hospital. Cada plantão, cada atendimento, e cada gesto de cuidado foi fundamental para que cumpríssemos nossa missão de transformar vidas e trazer esperança”, frisou.
Texto: Ascom/HMPA