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POLÍCIA MAIS UM

Ameaça de massacre em escola de Marabá deixa autoridades em alerta

As forças de segurança fizeram na Escola Plínio Pinheiro a ‘Operação Presença’, com foco em orientar os alunos e professores sobre a situação.

28/04/2022 às 18h16 Atualizada em 28/04/2022 às 18h49
Por: Redação Fonte: Debate Carajás e Correio de Carajás
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Alunos da Escola Estadual Plínio Pinheiro, localizada no Núcleo Velha Marabá, em Marabá, no sudeste do Pará, encontraram na caixa de descarga do vaso sanitário de um dos banheiros do local, na manhã desta quinta-feira (28), uma ameaça de massacre supostamente deixada por integrantes de duas conhecidas facções criminosas – PCC e Comando Vermelho. Os responsáveis pela ameaça não foram localizados.

A ameaça, gravada em pincel marcador anatômico preto, conforme registros, continha a data para o ato criminoso ocorrer: 6 de maio de 2022, na sexta-feira da próxima semana. Ao lado, de lápis, a assinatura “PCC” na parte superior, acompanhada do número 1533, seguida da mensagem “vai morrer”. Na parte inferior dessa outra mensagem, existe a inscrição “CV”, que seria uma referência à facção Comando Vermelho.

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Logo que tomou conhecimento do fato, a direção da unidade escolar não hesitou em acionar as autoridades de segurança pública do estado e município para auxiliar em ações preventivas junto aos discentes, que estudam em tempo integral. Equipes da Polícia Militar e da Guarda Municipal de Marabá foram mobilizadas para o atendimento da ocorrência.

As forças de segurança fizeram na Escola Plínio Pinheiro a ‘Operação Presença’, com foco em orientar os alunos e professores sobre a situação. Todas as salas e outros espaços da unidade escolar foram visitados pelas equipes, de modo a garantir a segurança e resguardar a integridade de todos os presentes.

Magno Barros, Diretor da 4ª Unidade Regional de Educação (URE) afirmou em entrevista ao Portal Correio de Carajás que as autoridades competentes estão investigando o caso. “Dias atrás escolas da Ilha do Marajó foram aterrorizadas com mensagens escritas no banheiro, dizendo que aconteceria um massacre. Após investigações, descobriu-se que o caso não passou de uma brincadeira. Nós não podemos desconsiderar, mas também não podemos deixar que gere um caos e que o pavor e medo tomem conta. Estamos contando com o apoio da polícia nesse caso”, diz Magno Barros.

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