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CIIR adere à Semana de Combate ao Glaucoma e destaca a prevenção 

Por Pallmer Barros (CIIR)24/05/2023 16h51Na próxima sexta-feira (26), se celebrará o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, uma doença que acomete nos olhos e, quando não tratada, pode levar à perda da visão. O Centro Integrado de Inclusão e Reabilitação (C

24/05/2023 às 20h31
Por: Redação Fonte: Secom Pará
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Crédito: Divulgação
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Na próxima sexta-feira (26), se celebrará o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, uma doença que acomete nos olhos e, quando não tratada, pode levar à perda da visão. O Centro Integrado de Inclusão e Reabilitação (CIIR), em Belém, que diariamente oferta serviços para a saúde ocular,aproveita a oportunidade da data para destacar o seu compromisso com a qualidade de vida dos usuários.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o glaucoma é a principal causa de cegueira irreversível no mundo. A OMS estima que, até 2040, mais de 111 milhões de pessoas terão diagnóstico de glaucoma. No Brasil, a doença atinge mais de 900 mil indivíduos, segundo o Ministério da Saúde.

O oftalmologista do CIIR, Renan Neves, afirma que a melhor maneira de prevenção ao glaucoma é a consulta periódica. “Uma vez por ano, a pessoa deve realizar uma avaliação e medição da pressão do olho em consulta ao oftalmologista”.

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Levando à risca a dica de saúde do profissional, Maria da Silva, de 53 anos, é uma dessas pessoas que realizam o exame de rotina para monitorar a saúde. Pela primeira vez em atendimento no CIIR na especialidade, a moradora de Belém pontua que mapear o corpo garante vida longa.

“Sempre tive o cuidado de realizar exames de rotina para mapear minha saúde. Eu realizo consultas com outras especialidades e aproveitei, desta vez, para pedir encaminhamento ao oftalmologista. Será a minha primeira consulta aqui no CIIR, nesta especialidade, e pretendo continuar, porque gostei muito do atendimento além de ser benéfico a uma vida longa. Antes de entrar no consultório, realizei exame para chegar à consulta com o resultado, se há algo alterado em minha visão. Por enquanto, é necessário somente usar óculos de grau”.

O profissional alerta para que essas visitas devem ocorrer, mesmo na ausência de sintomas, pois a comorbidade evolui de forma assintomática, ou seja, é silenciosa não apresentando sintomas nas fases iniciais.

Existem vários tipos de glaucoma e a maioria é diagnosticado em estágio avançado da doença, com perda de campo visual periférico, podendo afetar inclusive, o campo de visão central.

“O glaucoma é uma neuropatia óptica progressiva que não diagnosticada precocemente ou tratada incorretamente pode levar a baixa visão severa ou cegueira irreversível”, destaca Renan Neves, salientando que a doença congênita, a baixa visão é mais generalizada e, muitas das vezes, estão indicados recursos ópticos e eletrônicos que possibilita maior magnificação sem prejuízo do contraste.

Nestes casos, a reabilitação atua como treinamento de habilidades de rastreamento visual utilizando o campo de visão residual, além de outras medidas. Um desses é a Orientação e Mobilidade (O.M) nos casos em que a perda de visão periférica é tão acentuada ao ponto de debilitar o andar da pessoa.

Conduzido pelo Centro Especializado em Reabilitação (CER IV), a O.M é dividido em etapas. O início do acompanhamento é realizado com o setor de educação física; a segunda etapa conta com a inserção da O.M às Atividades de Vida Diária (AVD) e finalizando com o treino de bengala longa.

As técnicas ofertadas dentro da Orientação e Mobilidade são para que os usuários tenham uma maior autonomia, principalmente, na locomoção, tanto em ambientes internos quanto externos, por isso, é o processo de utilizar os sentidos remanescentes. “Eles envolvem as percepções não visuais, como a audição, o tato (sistema háptico), o olfato, a cinestesia, a memória muscular e o sistema vestibular”, ressalta a terapeuta Ocupacional, Ilma Franco.

Desta maneira, o reabilitando apresenta queixas e demandas nas atividades do dia a dia em que, por algum motivo, ele não consegue realizar de maneira independente. “Na sala de Atividade de Vida Diária (AVD), o usuário realiza as atividades cotidianas domésticas como manusear fogão, realizar cortes de alimentos para produzi-los e até armazenar objetos no guarda-roupa sem que aconteça acidentes”, pontua a profissional.

A terapia garante ao reabilitando realizar as tarefas diárias com autonomia. Ela complementa que os usuários precisam ser incluídos na sociedade e todos têm o direito a uma vida independente e com igualdade de acesso.

O CIIR é referência no Pará na assistência de média e alta complexidade às Pessoas com Deficiência (PcDs) visual, física, auditiva e intelectual. Os usuários podem ter acesso aos serviços do Centro, por meio de encaminhamento das unidades de saúde, acolhidos pela Central de Regulação de cada município, que por sua vez encaminha à Regulação Estadual. O pedido será analisado conforme o perfil do usuário pelo Sistema de Regulação Estadual (SER).

Serviço: O CIIR é um órgão do Governo do Pará administrado pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O Centro funciona na rodovia Arthur Bernardes, n° 1000, em Belém. Mais informações: (91) 4042.2157 / 58 / 59.

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