A eleição presidencial de 2026 ganhou uma nova etapa neste domingo (4). Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) foram os dois candidatos mais votados no primeiro turno e disputarão o segundo turno pela Presidência da República, conforme a definição matemática divulgada pela Justiça Eleitoral.
A definição ocorreu antes mesmo da totalização de 100% das seções. Com a vantagem consolidada entre os dois primeiros colocados, os demais candidatos deixaram de ter possibilidade matemática de alcançar uma das duas vagas para a segunda etapa.
Na parcial registrada durante a confirmação do segundo turno, Flávio Bolsonaro aparecia na liderança, seguido por Lula. A diferença entre os dois primeiros colocados ficou na casa de poucos pontos percentuais, desenhando uma segunda etapa de forte disputa.
A definição matemática, porém, não significa que a apuração esteja encerrada. O TSE continua a receber e totalizar os resultados até a conclusão de todas as seções eleitorais.
O segundo turno está marcado para 25 de outubro de 2026. Diferentemente da primeira votação, quando os eleitores escolheram presidente, governador, senador e deputados, a segunda etapa será destinada às disputas majoritárias que não tenham sido definidas no primeiro turno.
No caso da Presidência, Lula e Flávio Bolsonaro voltarão a se enfrentar nas urnas. O vencedor será aquele que obtiver a maioria dos votos válidos na segunda votação.
A campanha entra agora em uma nova fase, com os dois candidatos buscando ampliar suas alianças e conquistar os eleitores que optaram por outras candidaturas no primeiro turno.
Para o eleitor paraense, a disputa presidencial será novamente acompanhada junto às definições do segundo turno para o Governo do Estado, onde houver necessidade de nova votação.
No cenário nacional, o resultado deste domingo confirma uma eleição marcada pela polarização entre dois nomes que representam campos políticos distintos. A partir de agora, a decisão volta para as mãos do eleitor.
No dia 25 de outubro, o Brasil retorna às urnas para escolher quem comandará o país pelos próximos quatro anos.
Com informações da apuração eleitoral e do TSE.