PARÁ MINERAL

Operador de máquinas de mineração é cargo mais afetado

A Associação Paraense de Engenheiros de Minas (Assopem) compilou dados das ocupações que tiveram alguma movimentação na indústria mineral paraense no mês de janeiro, de acordo com o Ministério do Trabalho (MTb). Cargos como o de operador de máquinas de mineração e técnico em segurança do trabalho, embora tenham grande movimentação, são os que mais demitem no estado.

A função de supervisor de apoio operacional é a que contratou com mais alto salário: R$ 6 mil. Em seguida, técnico de geologia assinou carteira com quase R$ 4,4 mil. Por outro lado, um técnico de pesquisa mineral foi contratado por pouco mais de um salário mínimo, até menos que o cargo de amostrador de minérios, que paga R$ 1,2 mil.

Das 17 profissões levantadas pela Assopem, apenas quatro fecharam o primeiro mês do ano no azul, todas elas com exigência de formação técnica. Atualmente, a média de novos contratos para técnico em mineração está em R$ 2.760.

Por outro lado, dez ocupações mais demitiram que contrataram. E os municípios de Parauapebas e Paragominas lideram as baixas na indústria mineral, com quase 80% das demissões.

De acordo com o presidente da Assopem, Artur Alves, apesar do volume alto de demissões, novas frentes de oportunidades estão sendo abertas em municípios do oeste e do sudeste do estado. “As demissões são fato porque a movimentação no mercado de trabalho mineral é intensa. Mas há oportunidades também. E os candidatos precisam ficar atentos aos portais das empresas, que sempre divulgam empregos, e se cadastrar no máximo de vagas para aumentar as chances de efetivação”, orienta.

Confira o ranking elaboração pela Assopem com dados oficiais do MTb para o Pará!

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