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25 de julho de 2021

Reajustado em mais de 21% novo preço do transporte público começou a valer hoje

De acordo com o presidente da CENTRAL das Cooperativas de Transporte de Parauapebas, Francisco Brito, o reajuste anterior a 2019, aconteceu em 5 de dezembro de 2016, tendo ficado 3 anos e dois meses com o mesmo preço, quando foi reajustado de R$ 2,50 para R$ 3,00. Confira o histórico dos últimos reajustes no passe do transporte público urbano de Parauapebas:

  • 1º de maio de 2016: R$ 2,50
  • 5 de dezembro de 2016: R$ 3,00
  • 1º de fevereiro de 2019: R$ 3,30
  • 12 de julho de 2021: R$ 4,00.


O novo preço da passagem, que passou a vigorar a partir de hoje, segunda-feira, 12, foi validado pelo Decreto Municipal Nº 1.376, de maio de 2021, quando a passagem passa a ser paga com um reajuste de 21,21%, se contabilizado que o preço em vigor, desde fevereiro de 2019, há exatos 2 anos e 5 meses, quando era de R$ 3,30 (três reais e trinta centavos).


O estudo feito pela LSF Costa Gouviea, consultoria de trânsito e transporte Ltda, com base na inflação ocorrida entre 1º de fevereiro de 2019 a 12 de julho de 2021, período em que o preço da passagem no transporte urbano de Parauapebas ficou sem reajuste.


Conforme dados da CENTRAL das Cooperativas de Transporte de Parauapebas, a proposta da entidade era que o novo valor fosse para R$ 3,75 (três reais e setenta e cinco centavos), mas, conforme parecer da consultoria o preço da passagem deveria ser R$ 4,6963. “Seria muito alto esse reajuste para os usuários, assim, em conversa com o governo municipal, através do departamento municipal de trânsito, estabelecendo o novo valor para R$ 4,00), detalhou Brito, explicando que valores exatos facilitam o troco, caso o passageiro não possua o Cartão Passe fácil.


Conforme detalhado pelo presidente da CENTRAL, no período em que ficou sem reajuste foram contabilizados muitos reajustes nos diversos insumos, indispensáveis para o funcionamento do sistema de transportes, citando, entre eles, pneus, peças, combustível e manutenções; além da parte administrativa com reajustes salariais, energia elétrica, materiais de expediente etc. “Com a pandemia a inflação corroeu todas a possibilidades de lucros. Além disto, o faturamento caiu drasticamente devido a redução de passageiros por causa da recomendação para que a população ficasse em casa”, explicou Francisco Brito, dando como maior vilão os sucessivos reajustes do diesel, mensurando que o atual reajuste, estimado em 21,21% ainda não corrige o déficit que vem sendo deixado há muitos anos com maior intensidade em 2020.

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