29 de julho de 2021

Altas temperaturas: crianças e idosos precisam de cuidados redobrados

Céu azul, com poucas nuvens, o mês de julho é o ponto alto do verão paraense. Mesmo ainda enfrentando a pandemia de Covid-19, o sol torna o dia mais bonito. Ao contrário de anos anteriores, não é recomendado aglomerar em espaços abertos, praias, piscinas coletivas e balneários, pois o novo coronavírus ainda é uma ameaça constante. Além da pandemia, a exposição solar desprotegida e as mudanças no tempo repentinas alteram o funcionamento corporal, provocando oscilações na imunidade, principalmente em idosos e crianças, mais suscetíveis à desidratação e queimaduras na pele.

A previsão do tempo indica baixa umidade, explica Saulo Carvalho, coordenador do Núcleo de Monitoramento Hidrometeorológico da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas). “Há a presença de poucas nuvens e muito sol, que vêm acompanhados de pancadas de chuva. É interessante atentar para as baixas umidades relativas que vêm sendo registradas, onde se atinge até os 20% de umidade, ou seja, é muito seco”, alerta.

A faixa norte, entre o nordeste do Estado, o Arquipélago do Marajó e o Baixo Amazonas, sofre mudanças no tempo. “Não podemos descartar, principalmente na faixa norte do Estado, a ocorrência de raios, trovoadas e vendavais até o início de julho. A partir daí, as chuvas ficarão pouco frequentes e predominará o tempo seco, quente e mais abafado, com temperaturas de até 35º C na Região Metropolitana de Belém. Já para a porção sul, o período menos chuvoso já está predominando, com o tempo bastante seco e quente, com temperaturas elevadas de 36º C e 37° C”, detalha Saulo Carvalho.