20 de junho de 2021

Passarela de concreto melhoram a vida dos moradores de Afuá

Com objetivo de melhorar a acessibilidade para os moradores de Afuá, no arquipélago do Marajó, há dois anos, o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Desenvolvimento e Obras Públicas (Sedop) entregou passarelas de concreto armado que beneficiaram vários bairros do município. Cortada por palafitas, na “cidade das bicicletas” os cerca de 33 mil habitantes dependem dessas vias para locomoção entre os bairros.

Trabalhando para proporcionar melhor infraestrutura na cidade, em julho de 2019 o governador Helder Barbalho entregou as passarelas de concreto nas Travessas Sanches de Oliveira e Antônio Augusto dos Santos; Rua Firmino Coelho, Theopompo Nery e Antonio Augusto dos Santos, com investimento de
R$ 1.924.877,56.

Já as ruas do bairro Capim Marinho receberam novas passarelas de madeira, com investimento de R$ 654.763,00. No total, o Estado destinou R$ 2.579.640,56 para as obras que melhoraram a vida da população local.

A microempresária Diana Almeida da Silva, de 45 anos, possui uma loja de confecções na cidade em uma das ruas que receberam a passarela de concreto. “Antes aqui era tudo de madeira, era muito ruim porque as tábuas quebravam e as pessoas se acidentavam. Quando era época da mará alta também era ruim para andar. Já com as passarelas de concreto melhorou bastante sim, a água ainda chega a subir, mas temos mais segurança”, conta ela, que mora com a filha e o neto em Afuá.

Diana Almeida



“Nós da Sedop temos muita satisfação em ter participado deste momento importante para o município de Afuá. A entrega das passarelas foi uma grande conquista para a comunidade. São obras que proporcionaram mais infraestrutura, mobilidade, segurança e qualidade de vida para a população local”, garante Arnaldo Dopazo, secretário adjunto de obras públicas da Sedop.

Conhecida como a cidade das bicicletas, o município de Afuá possui cerca de 33 mil habitantes e tem como principais atividades econômicas o turismo, pesca e agricultura. Por ter ser construída em uma área de várzea alagada, a cidade sobrevive praticamente apenas em cima de palafitas.

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