19 de abril de 2021

Única presidente mulher no futebol paraense, Graciete Maués afirma: ‘É um paradigma que foi quebrado’

Após ficar oito anos longe da elite do futebol paraense, a Tuna Luso retornou em 2021 sob o comando de uma mulher. Pela primeira vez um clube paraense elegeu uma presidente. Aos 70 anos, Graciete Maues administra a Águia Guerreira do Souza.

2020 foi o seu primeiro ano no comando do clube. E de quebra veio o acesso à primeira divisão do estadual e o título da segunda divisão. Embora seja a única mulher no cargo máximo de um clube paraense, Graciete encara isso com naturalidade e diz ter quebrado um paradigma dentro do esporte local.
“É um paradigma que foi quebrado. Eu estive participando da assinatura (do contrato do Campeonato Paraense 2021) com o governo do estado, de todos os seminários da Federação (Paraense de Futebol), da assinatura do novo Mangueirão. Em todos os espaços onde a Tuna é chamada, ela se faz representar, mesmo com a presidente sendo uma mulher. Estou sempre presente e não vejo nada de estranho. É um paradigma que foi quebrado. Enxergo isso com muita naturalidade”, conta.
Se engana quem pensa que a história de Graciete com a Lusa começou em 2019 no momento em que ela foi eleita. Com 40 anos de Tuna, ela esteve na gestão de diversos ex-presidentes do clube e lembra que seu primeiro contato com a Lusa foi por causa do marido.
“Eu tenho 40 anos de Tuna. Não vim para cá para ser presidente da Tuna. Já pertenço à Tuna há muitos anos. Não fiz campanha (nas eleições), nem nada. Fui eleita muito também, não só pelos meus associados, mas pela comunidade portuguesa ao qual faço parte há mais de 20 anos. Primeiro conheci meu marido que já era tunante e me trouxe ao clube. Passei a frequentar (o clube), a ser diretora adjunta, depois diretora social e passei pela gestão de mais de 15 presidentes da Tuna. A Tuna é minha casa, o meu quintal, a minha família”.

Graciete fala da felicidade em poder estar na Tuna Luso e sobre a divisão dentro da diretoria do clube. Apesar de haver um comando no futebol, sob a gestão de Eder Pisco, diretor de futebol, ela frisa que está sempre atenta ao que acontece dentro e fora de campo, participando das reuniões para definir as ações do futebol luso.

“Me sinto feliz, porque a Tuna, veja bem, é minha casa. Me criei dentro da Tuna. Ser presidente de um clube de futebol, lógico, para mim, não é o meu universo, o futebol, meu universo é o social. Mas como trabalhamos em uma diretoria onde tenho um diretor de futebol, delego a ele a parte de futebol. Lógico que com a minha supervisão geral. Eu sento com o técnico, comissão técnica e os diretores. Estamos afinados. É uma diretoria unida que trabalha pela melhoria do nosso futebol e da Tuna Luso Brasileira”, finaliza.Após ficar oito anos longe da elite do futebol paraense, a Tuna Luso retornou em 2021 sob o comando de uma mulher. Pela primeira vez um clube paraense elegeu uma presidente. Aos 70 anos, Graciete Maues administra a Águia Guerreira do Souza.
2020 foi o seu primeiro ano no comando do clube. E de quebra veio o acesso à primeira divisão do estadual e o título da segunda divisão. Embora seja a única mulher no cargo máximo de um clube paraense, Graciete encara isso com naturalidade e diz ter quebrado um paradigma dentro do esporte local.

“É um paradigma que foi quebrado. Eu estive participando da assinatura (do contrato do Campeonato Paraense 2021) com o governo do estado, de todos os seminários da Federação (Paraense de Futebol), da assinatura do novo Mangueirão. Em todos os espaços onde a Tuna é chamada, ela se faz representar, mesmo com a presidente sendo uma mulher. Estou sempre presente e não vejo nada de estranho. É um paradigma que foi quebrado. Enxergo isso com muita naturalidade”, conta.

Se engana quem pensa que a história de Graciete com a Lusa começou em 2019 no momento em que ela foi eleita. Com 40 anos de Tuna, ela esteve na gestão de diversos ex-presidentes do clube e lembra que seu primeiro contato com a Lusa foi por causa do marido.
“Eu tenho 40 anos de Tuna. Não vim para cá para ser presidente da Tuna. Já pertenço à Tuna há muitos anos. Não fiz campanha (nas eleições), nem nada. Fui eleita muito também, não só pelos meus associados, mas pela comunidade portuguesa ao qual faço parte há mais de 20 anos. Primeiro conheci meu marido que já era tunante e me trouxe ao clube. Passei a frequentar (o clube), a ser diretora adjunta, depois diretora social e passei pela gestão de mais de 15 presidentes da Tuna. A Tuna é minha casa, o meu quintal, a minha família”.
Graciete fala da felicidade em poder estar na Tuna Luso e sobre a divisão dentro da diretoria do clube. Apesar de haver um comando no futebol, sob a gestão de Eder Pisco, diretor de futebol, ela frisa que está sempre atenta ao que acontece dentro e fora de campo, participando das reuniões para definir as ações do futebol luso.

“Me sinto feliz, porque a Tuna, veja bem, é minha casa. Me criei dentro da Tuna. Ser presidente de um clube de futebol, lógico, para mim, não é o meu universo, o futebol, meu universo é o social. Mas como trabalhamos em uma diretoria onde tenho um diretor de futebol, delego a ele a parte de futebol. Lógico que com a minha supervisão geral. Eu sento com o técnico, comissão técnica e os diretores. Estamos afinados. É uma diretoria unida que trabalha pela melhoria do nosso futebol e da Tuna Luso Brasileira”, finaliza. Fonte: RomaNews

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