17 de maio de 2021

Parauapebas: Seis pessoas são presas pela PF por ecstasy

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (19) a operação “Bad Trip” em Parauapebas, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso que realizava o tráfico ilícito de entorpecentes de droga sintéticametilenodioximetanfetamina, conhecida popularmente como ecstasy.

As investigações evoluíram para alcançar mais alvos após a PF ter realizado a prisão em flagrante de três pessoas, durante o recebimento de correspondência junto aos Correios no dia 12 de dezembro, no exato momento em que recebiam 200 comprimidos de ecstasy.
Hoje, estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão e prisão temporária deferidos pelo juízo da 2ª Vara Criminal de Parauapebas, após representação da PF, tendo até o momento sido efetuado a prisão de seis envolvidos – operação em curso –, apreensão de mídias e documentos, com a participação de 36 policiais federais na deflagração da operação.



As investigações apuraram que todos os envolvidos atuavam de forma estável para obter e vender os entorpecentes sintéticos em festas “Rave”. Os investigados buscavam realizar e promover as festas eletrônicas, muito frequentadas por jovens e adolescentes da cidade de Parauapebas, e nestas realizar a venda de entorpecentes.
Os detidos serão encaminhados ao Sistema Prisional de Marabá. Com a conclusão das investigações, os detidos responderão pela prática de crime previsto no artigo Art. 33, sobre tráfico ilícito de entorpecentes, “caput” e art. 35 c/c 40 inc. V, sobre associação para tráfico ilícito de entorpecentes, da Lei 11.343/06, com penas que variam de cinco a 15 anos de reclusão, com aumento de um sexto a dois terços por se tratar de tráfico interestadual, cumulado com penas de três a 10 anos de reclusão pelo delito de associação ao tráfico ilícito de entorpecentes.

O nome da operação faz referência a uma “viagem ruim”, sendo que a expressão “viagem” é utilizada pelos usuários, em alusão ao efeito do entorpecente na sua utilização. A operação segue em andamento e o Portal Correio acompanha o caso. (Zeus Bandeira – Com informações da Polícia Federal) Correio de Carajás

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