23 de junho de 2021

Socos, tapas e arma em punho; policiais que agrediram mulher em embarcação serão afastados

O Governo do estado se manifestou em rede social sobre o caso da senhora agredida por policiais civil dentro de um navio que seguia do Marajó para Belém. O governador Helder Barbalho, lamentou a ocorrência e informou que o fato será apurado pela Corregedoria de Polícia Civil.


A Polícia Civil, também se manifestou e informou que ao tomar conhecimento do caso instaurou, de forma imediata, pela Corregedoria da Polícia Civil, um procedimento para apurar o caso, além de determinar o afastamento e a remoção dos policiais do local onde atuam.


A PC informou, ainda, que não compactua com o tipo de atitude cometida pelos servidores.
A vítima estaria vindo para Belém, via Tratamento Fora de Domicílio (TFD), para atendimento médico. Nas imagens ela fala que é doente, mas os agressores não param. Ela é humilhada, ameaçada com uma arma, levada para fora do navio e obrigada a pedir desculpas aos policiais.


Uma cena revoltante e de indignação chamou a atenção de quem viajava em um navio que faz linha Portel/Belém, no estado do Pará, nessa quarta-feira, 16.

De acordo com a denúncia, no momento em que o navio atracou no porto de Breves, na Ilha do Marajó, uma senhora que é paciente de TFD (Tratamento Fora do Domicílio) vinha a Belém, para uma consulta. Quando ela tentou atar uma rede para descansar durante a viagem, uma policial, que já estava na embarcação, impediu que a mesma se deitasse próxima a ela.


Durante a discussão, as duas começaram a brigar. Outras pessoas que também estavam no local tentaram separar elas, quando um homem, com a arma na mão, se identificado como policial civil e separou elas.


“A policial que estava no barco, não queria que a senhora perto dela, aí elas começaram a brigar e a policial chamou outros policiais que entraram armados e agrediram a senhora, tirando ela do barco”, disse uma passageira, sem querer se identificar.
Um dos policiais civis presentes, exigiu que a mulher saísse do barco. Sem pedir explicações para ela sobre o ocorrido, ele a obrigou a sair do barco. A mulher pede ajuda a ele para retirar suas coisas do local e ele se nega ajudar. Ela explica que “está doente” e ele, sem se importar, disse que não queria saber da história dela, mas, utilizando de vocabulário impróprio. Roma News

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