22 de junho de 2021

Após reconstituição polícia civil dá detalhes do caso Júlio César


Para esclarecer a respeito do “andar” das investigações do atentado contra o candidato a prefeito pelo PRTB – Partido Republicano Trabalhista, Júlio César, a polícia civil concedeu, na manhã desta sexta-feira, 30, coletiva de imprensa onde falou dos últimos capítulos desta “novela” cujo final é aguardado por muitos. Nela foi explicada a respeito da reconstituição feita no local do crime. “A reconstituição se fez necessário em razão de incoerências em relações aos depoimentos e com o que está sendo dito nas redes sociais e mídias, até mesmo nacionais”, afirmou o delegado geral de polícia civil, Valter Rezende de Almeida, garantindo que, em um curto espaço de tempo tudo será esclarecido.




De acordo com Mário Lúzio, perito criminal, gerente do Núcleo de Atentado Contra a Vida ainda, há alguns exames que serão realizados em Belém durante essa semana e após a conclusão deles, em um curto espaço de tempo, serão emitidos os laudos complementares e definitivos das perícias.


Quem também participou da reconstituição do crime, foi o advogado Thales Jayme, que representa Júlio César no Inquérito. “Eu confio na polícia civil do estado do Pará. Confio na pessoas do Dr. João Amorim, que está presidindo essa investigação. Tenho certeza de que, em um futuro muito próximo, isso estará rigorosamente esclarecido. E os culpados por essa tentativa de homicídio contra quatro pessoas serão exemplarmente punidos”, concluiu Thales Jayme, advogado de Júlio César.


Sobre o atentado – ocorrido no dia 14 deste mês, outubro, quando Júlio César, candidato a prefeito pelo PRTB – Partido Republicano Trabalhista Brasileiro, retornava de uma vila, na zona rural de Parauapebas, onde cumpria uma agenda política. Porém, o retorno lhe reservava uma desagradável surpresa. Uma emboscada da qual Júlio César por pouco não perdia a vida, mas, por sorte ou milagre, já que um dos tiros atravessou-lhe o peito.


Logo após o atentado iniciaram as investigações e, junto com elas as especulações, principalmente, nas redes sociais onde as opiniões se dividiam, parte delas afirmando ter sido atentado forjado com o intuito de usar a comoção pública para crescer na preferência popular e aumentar as chances para vencer as eleições; outras garantindo ter sido um atentado real, com possibilidade de ter motivação política.


Nas investigações entraram em ação peritos do Instituto Renato Chaves e a Polícia Civil para entender melhor o assunto e, após apurar o ocorrido, responsabilizar os autores e mandantes.

Francesco Costa

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