17 de junho de 2021

Cerâmicas em São Miguel do Guamá são investigadas por superfaturamento em venda de tijolos

Equipes do Procon Pará e da Polícia Civil retornaram ao município de São Miguel do Guamá para fiscalizar as cerâmicas que são produzidas na região. A ação faz parte da Operação Construção Justa, deflagrada no início de julho, para esclarecer o motivo do aumento abusivo nos preços de materiais.

Segundo o Procon, oito locais de fabricação foram visitados. Cinco receberam autos de constatação por não apresentarem notas de venda e de custo de produção. O departamento deu 24 horas para apresentarem a documentação necessária.



Os outros três estabelecimentos não apresentaram a documentação solicitada na primeira fase da operação há duas semanas atrás. A partir de agora, eles terão dez dias para apresentar defesa ao Procon. Todos os representantes das cerâmicas fiscalizadas devem comparecer à Delegacia do Consumidor, na capital paraense, para prestarem esclarecimentos.

Durante a operação, foram analisados os preços cobrados nos últimos cinco meses. Outros detalhes, como certificação do Inmetro e análise da produção do material, também foram verificados durante a operação.

Segundo o coordenador de fiscalização do Procon Pará, Renan Lobato, trata-se de uma operação ampla e que busca constatar o superfaturamento dos estabelecimentos. “Esta operação é bem ampla, pois precisamos analisar e constatar qual é a parte que está querendo superfaturar, se são as cerâmicas ou as estâncias. Então, precisamos passar por todo um processo, para que possamos chegar à conclusão e garantir os direitos dos consumidores”.

Fonte: Roma News

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