22 de junho de 2021

Parauapebas busca parceria para implantar ressocialização em novo presídio

De acordo com Girlan Pereira, coordenador da CETER – Coordenador Especial de Trabalho Emprego e Renda, após vários diálogos entre técnicos da CETER e da Susipe e uma construção com a própria Direção da Carceragem de Parauapebas, nota ser possível avançar na operacionalização das ações no campo das políticas públicas de trabalho, emprego e renda, alcançando também esse público que se encontra a margem social e precisando de uma nova oportunidade.

Com isso, o Governo Municipal de Parauapebas reafirmou o interesse em firmar Acordo de Cooperação Técnica e Operacional visando a oferta de qualificação profissionalizante, desenvolvimento de atividades produtivas de geração de renda e o apoio para a inclusão de egressos ao mundo do trabalho possibilitando a reinserção social da pessoa humana. Intenção clareada com a visita institucional do Chefe de Gabinete, José Alves de Lima, acompanhado pelo servidor Girlan Pereira da Silva, Coordenador Especial de Trabalho Emprego e Renda na Susipe, onde, durante a reunião e diálogo institucional entre a Susipe e a Prefeitura Municipal de Parauapebas, estiveram presentes o Diretor da Carceragem de Parauapebas, Adalberto Murilo e Belchior Machado, Diretor de Reinserção Social da SUSIPE, representando o Superintendente da Susipe, Jarbas Vasconcelos.



O Chefe de Gabinete, José Alves de Lima, representando o Prefeito Darci Lermen afirmou que a Prefeitura Municipal de Parauapebas está à disposição e fará o melhor possível para formalização do Acordo de Cooperação Técnica e Operacional com a Susipe, entendo ser de grande importância o atendimento de todos os setores da sociedade com políticas públicas de trabalho, emprego e renda. “A ideia é que as políticas púbicas alcancem a todos; mesmo aqueles que, por um momento, estiveram às margens da Lei, mas busca uma chance para recomeçar uma vida dentro dos padrões sociais”, conta José Alves, demonstrando o interesse do governo municipal em atender a todos em distinção.

Mas, de acordo com a avaliação do diretor da carceragem em Parauapebas, Murilo Sousa, não é apenas de prédio que se faz um presídio, pois, ele não tem como única utilidade manter pessoas encarceradas, mas, promover a recuperação e ressocialização de apenados. “Por isso fomos a Belém, na companhia de representantes do governo municipal em busca de garantias de parcerias para que possamos implantar, já de início, no novo prédio do sistema penal, cursos, qualificação e todos os métodos possíveis de ressocialização que venha permitir aos que queiram, ter uma vida normal lá fora após ficarem quites com a justiça”, afirmou Murilo Sousa, detalhando que, prestes a ser inaugurado, o Presídio de Parauapebas porá em funcionamento 37 celas com capacidade para oito detentos, cada; oito celas individuais; mais duas celas para pessoas com deficiência; o que possibilita receber 306 presos.Por: Francesco Costa

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