22 de junho de 2021

Organização criminosa que fraudava emissão de CNH é presa no sul do Pará

Através de uma Operação foi coordenada pelo Diretor da Superintendência Regional do Alto Xingu, Dr. José Carlos Rodrigues e pelo Delegado Carlo Cesar, uma organização criminosa que atuava em Xinguara e região, fraudando emissão de Carteira Nacional de Habilitação (CNH), foi presa na manhã desta quarta-feira (30) de outubro.

Segundo a Policia Civil foram mais de seis meses de investigações, até ser deflagrada a Operação “Contramão”, tendo como saldo o cumprimento de cinco mandados de prisão preventiva; sendo três deles em Xinguara, um em Água Azul do Norte e um em Ubá Minas Gerais.



Também em Xinguara foram cumpridos seis mandados de busca, sendo um no DETRAN, dois em Auto Escola e o restante em residências que serviam de base para a organização. Em uma residência foram encontradas 11 pessoas, que segundo a Polícia, vieram de Minas Gerais para obter CNH naquele município. Na mesma casa foram encontradas cerca de 30 CNH’s e diversas impressões digitais feitas em silicone.

De acordo com o Diretor da Superintendência Regional do Alto Xingu, Dr. José Carlos Rodrigues, com a prisão dos citados, as investigações continuam, juntando peças desse quebra cabeça para prender outros possíveis envolvidos espalhados em todo o estado do Pará e também em outros Estados. “Trata-se de uma rede da organização criminosa que age silenciosamente passando, muitas vezes, desapercebida.

Mas, estamos monitorando suas ações para dar cabo de sua atuação”, garante José Carlos, detalhando a organização criminosa nos seis meses em que foi monitorada, obteve uma quantia superior a R$ 1 milhão, haja vista que foram identificados mais de 200 processos com fortes indícios de fraudes levando em conta que cada CNH custava em torno de R$ 5 mil a R$ 8 mil.

No Pará foram presos Weslei Lopes da Silveira, Cenage da Silva Lemes, José Carlos Carneiro Santana Júnior e Adão Flávio de Oliveira Paiva. E, em Ubá (MG), a Polícia Civil mineira prendeu Ailton de Oliveira. Por Francesco Costa

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