25 de junho de 2021

SUPOSTA FRAUDE CONTRA O CANDIDATO MÁRCIO MIRANDA É INVESTIGADA PELA POLÍCIA

ELEIÇÕES 2018

Suposta trama para prejudicar o candidato ao governo do estado do Pará, Márcio Miranda (DEM), teria sido promovida por emedebistas ligados a Helder Barbalho (MDB) com o intuito de manchar a imagem do então candidato do DEM, favorecendo seu adversário líder nas pesquisas. A defesa de Miranda alega ilegalidades na coleta de dados e que um “laranja” teria sido usado para esse fim, uma policial que atua no 23º BPM/PA, em Parauapebas.

Tramitando na Divisão de Repressão a Crimes Tecnológicos, a denúncia que consta no inquérito afirma que as informações acerca do processo que levou Márcio Miranda à reserva da Polícia Militar, em 2002, foi adquirida através do acesso irregular do sistema da Polícia Militar em um cartório de Belém. Com essas informações, uma denúncia foi instaurada contra o candidato do DEM por improbidade administrativa e peculato. A acusação diz que Márcio teria forjado a data de entrada na Polícia Militar com o objetivo de ter o direito a uma remuneração dedicado a policiais da reserva.

Depoimento de Antonio Carlos Pinheiro, tabelião do Cartório Conduru, prestado à delegada Karina Campelo, comprovam que Luiziel Guedes de Oliveira, delegado memorial do MDB e dirigente da Associação dos Notários e Registradores do Pará (ANOREG), teria ligado para o tabelião no dia 6 de julho de 2018 e, posteriormente, no dia 10 daquele mesmo mês, se dirigido até o cartório, acompanhado por um Policial Militar fardado.

O policial era Artur Moraes, coronel da reserva. Ambos apresentaram o login e senha da suposta “laranja” à uma assistente do cartório. A mesma foi instruida a imprimir todas informações referentes a Márcio Miranda que constavam no sistema (www.sigpol.gov.pa). No momento da entrega dos dados, a ata memorial não assinada por nenhum dos dois, mas por uma terceira pessoa identificada por Fábio Luiz Araújo Coutinho, que possui ficha criminal por roubo.

Essas informações foram comprovadas pelo tabelião com a ajuda de registros de imagens que atestam que a presença Luiziel Guedes e Artur Moraes. Porém, os mesmos, por decisão judicial, tiveram o direito de não depor no inquérito em questão.

“Em defesa de Márcio, seu advogado, Sábatto Rossetti diz que, “Não se tem dúvidas que a denúncia aforada, após decorrido 20 anos do fato, já estava pronta, e foi a mesma omitida do procurador geral e das demais autoridades para evitar que Márcio Miranda tivesse o direito de defesa, na forma da Res. CNMP 181/2007”.

A campanha de Helder vem propagando o caso em campanha, com o intuito de ferir a imagem de Márcio Miranda.

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