24 de novembro de 2020

Um pedaço do triste histórico do Carrefour

O espancamento até a morte de João Alberto Silveira Freitas, negro, nessa quinta-feira (19) por dois seguranças do Carrefour, no norte de Porto Alegre, chocou o Brasil. Mas esta, não é a primeira vez que isso se repete, infelizmente.

carrefour polemicas

Cachorro envenenado e espancado

Em dezembro de 2018, um cão que estava no estacionamento de uma das lojas da empresa, em Osasco, morreu após ser envenenado e espancado por um funcionário.

“Um segurança do Carrefour que matou o cachorro. Ia ter uma visita de supervisores da matriz e o dono do mercado, da filial de Osasco, pediu para o funcionário dar um fim no cachorro. Ele deu chumbinho no meio de mortadela, e agrediu o cachorro”, afirmou ao G1, Rafael Leal, da ONG Cão Leal, na ocasião.

A rede de hipermercados também não socorreu o animal.” O cachorro foi resgatado com vida todo ensanguentado por uma pessoa que estava perto e socorreu. Ele foi levado para uma clínica veterinária particular, mas morreu em atendimento”.

Guarda-sóis e caixas de papelão para esconder o corpo de um morto

Um promotor de vendas do Carrefour morreu enquanto trabalhava em uma unidade do grupo, em Recife, no dia 14 de agosto. O corpo de Moisés Santos, de 53 anos, foi coberto com guarda-sóis e cercado por caixas, para que a loja seguisse em funcionamento e permaneceu no local entre 8h e 12h, até ser retirado pelo Instituto Médico Legal (IML).

Em nota, o Carrefour afirma que pediu desculpas “em relação à forma inadequada que tratou o triste e inesperado falecimento do Sr. Moisés Santos, vítima de um ataque cardíaco, na loja de Recife (PE)”

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