28 de outubro de 2020

Polícia Civil investiga mais um crime bárbaro

A Polícia Judiciária do município de Parauapebas tem mais um crime bárbaro para desvendar desta feita a vítima foi o jovem Ygor Silva Galvão de 20 anos de idade, que estava desaparecido desde a tarde de domingo 11, quando foi visto pela última vez em um bar, no bairro Cidade Nova.

Ygor Silva Galvão

Na tarde desta terça-feira 13, a Polícia Militar e conseguentimente a Civil junto com o IML foram acionados com a notícia do achado de um corpo boiando em um igarapé na divisa do Residencial Vale do Sol e Tropical I, o cadáver foi visto por populares que passavam na ponte sendo levado pela correnteza logo após as chuvas. Em seguida o Centro de Controle Operacional (CCO), recebeu a informações do achado do corpo boiando nas águas do igarapé, porém sem a cabeça.


Informações que estão sendo apuradas pela polícia dão conta que Ygor que residia no bairro Liberdade tinha uma namorada no bairro Novo Horizonte, e teria saído de casa em uma bicicleta emprestada para tentar reatar com a moça, eles haviam terminado o namoro a cerca de duas semanas, mas Ygor a procurou no domingo para tentar reatar o namoro.

 



Para a polícia a jovem de nome não revelado informou que Ygor esteve em sua casa no bairro Novo Horizonte, por volta das 23 horas, daquele domingo, no entanto ela estava dormindo e eles não teriqm se falado.
A vítima foi assassinada a golpes de arma branca e ainda teve a cabeça deceparada do corpo.

Depois de muita espera pelo Corpo de Bombeiros para resgatar o corpo das águas do igarapé, a própria família usando cordas resgatou o corpo que estava no meio do igarapé encalhado em uma moita de capim. O não aparecimento do resgate do Corpo de Bombeiros ao local foi justificado com a informação de que devido a várias ocorrências em consequência da forte chuvas que caíram na região, o órgão estava sem efetivo para atender ocorrência.


Retirado das águas por um membro da família e entregue a policia o corpo de Ygor Silva foi removido e conduzido pelos técnicos de remoção do Instituto Médico Legal (IML), para o Centro de Pericia Científica Renato Chaves para ser submetido a exames de necropsia.

A vítima trabalhava como fiscal em uma terceirizada da mineradora. Até o presente momento a polícia não tem informações do paradeiro e nem tão pouco da identificação dos criminosos, ao que se observou pelos modos operantes em que Ygor Galvão foi assassinado, a hipótese é de que ele pede ter sido vítima de facção criminosa. A polícia investiga se a ex-namorada dele tem envolvimento com facção e se por isso causou a morte do mesmo.

Portal Parazão Tem de Tudo/Com informações de Neide Folha

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