28 de outubro de 2020

Tony comenta retorno do Parazão com jogos sem torcida: ‘Vai ser difícil’

Daqui há uma semana o Paysandu Sport Club vai voltar aos gramados pelo Campeonato Paraense 2020. Após a paralisação do certame por conta da pandemia do novo coronavírus, os jogos serão sem torcida.

No Paysandu há mais de um ano, o lateral direito Tony sabe da força que a torcida bicolor tem e entende que jogar com o estádio vazio vai trazer uma dificuldade maior. “Temos esse medo de uma segunda paralisação do futebol. Mas, falo pelo Paysandu, que tá fazendo um belo trabalho de organização de saúde. Tomamos todos os cuidados. Espero que os outros clubes consigam fazer isso pra tristeza não voltar de novo. Espero que o mais cedo possível volte nossa torcida. Vai ser difícil os primeiros jogos”, disse.

Mais de 100 dias sem jogos oficiais, o lateral comentou que a ansiedade, que já era grande, aumenta cada vez mais com a chegada da data do primeiro jogo oficial. “A ansiedade já vinha muito forte, antes da volta mesmo, agora, os jogos chegando ela aumenta. Fico feliz de voltar e espero que todos estejam 100% pra retomar. Do meu ponto de vista é uma retomada importante pra todo mundo. Fico muito feliz em voltar pra buscar esse título”, comentou.

 



O Paysandu voltou aos treinos há cerca de um mês e o treinado Hélio dos Anjos aproveitou o momento com os jogadores para corrigir erros que aconteceram nos jogos antes da pandemia. “Venho trabalhando forte, sabemos que o professor cobra e exige. Espero continuar mantendo o nível. Chegaram dois jogadores pra nos ajudar. Espero que todos entendam o estilo do Hélio. A exigência aumentou. Já tô há mais de um ano e entendo a maneira que ele cobra. Temos consciência que somos jogadores de alto nível. Ele corrige o posicionamento, a maneira de jogar vai ser a mesma, vamos pro ataque todo o momento. Deixamos a desejar no posicionamento e esperamos que nesses dias a gente consiga corrigir”, falou.

Concentrados dentro da Curuzu, os jogadores não estão tendo contato com seus familiares, para evitar um possível contágio. No entando, Tony julga necessário o confinamento. “Já sei como ficar longe da família, não é fácil. Necessitamos desse convívio de estar concentrado, de descansar, ter uma alimentação rígida. Mas não é fácil. Tenho duas filhas e vivemos juntos. Mas precisamos do futebol e temos que fazer nosso melhor mesmo longe da família”, finalizou. *Roma News

Comentários do Facebook